O relatório anual do NCDB (ACS) mostra aumento significativo de terapias neoadjuvantes (quimio, imuno, hormonioterapia) entre 2004-2022, permitindo cirurgias menos invasivas e avaliando resposta tumoral.
A terapia sistêmica neoadjuvante cresceu: em câncer ginecológico (7% para 34%, 2010-2022), pâncreas (12% para 40%) e cânceres raros abdominais (23% para 47%). Isso indica uma mudança para tratamento pré-cirúrgico.
Para câncer de próstata, 60% dos pacientes foram tratados sem cirurgia em 2022 (vs. 54% em 2018), especialmente em estágio I. O uso de imunoterapia para câncer de esôfago subiu de 8% para 30% (2018-2022), apesar do diagnóstico tardio.
Fonte: The ASCO Post
Fonte: https://ascopost.com/news/january-2026/american-college-of-surgeons-publishes-annual-ncdb-report/
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Acessar Artigo Original04/02/2026
03/02/2026
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